sábado, 28 de junho de 2008

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Era uma vez um espelho!!!



O Cartum é uma maneira de omitir opiniões, do dia-dia, pontos de vista, retratos da realidade, com certa dose de humor. Muitos sites, na internet, livros, jornais apresentam cartuns bem interessantes como este, que, nos leva a analisar, a nova era virtual, mundo da cibernética, cibercultura.

A cada dia, nova vida, novos desafios. O mundo transforma-se, a informação chega-nos de forma cada vez mais veloz, sem que às vezes tenhamos tempo de analisá-los e absorver os novos conhecimentos disponíveis. Nos estudantes do ensino a distancia do curso de artes da Unb, que o diga!

O novo mundo que invadiu nossa vida, e que dela exige posicionamentos, decisões e atitudes, é um emaranhado de tecnologias, isto implica novas configurações, familiares, sociais, novas teorias educacionais, velhas teorias com novas roupagens.

Nós como alunos e professores, sentimos nos inseguros diante de tantas exigências e cobranças. Talvez, a razão é que nós enquanto professores e cidadãos, resistem em aderir as inovações, deixando nos acomodar a este cenário de contrastes quando o assunto é democratização do acesso as novas tecnologias na escola.

Entretanto, a humanidade vivência um grande período de grandes avanços tecnológicos de informações. Estas transformações surgiram para melhor satisfação das necessidades do homem. Uma vez que, as tecnologias eletrônico-digital, nos apontam possibilidades, facilidades e deslumbramentos pelas maravilhosas realizações do computador e de suas redes, têm que admitir que, tudo isso faz parte de um novo modo de vida, embora ainda nem todos vivenciem a inclusão digital, temos que nos adaptar essa nova cultura. Principalmente nós, professores, formadores de opiniões, responsáveis em novas configurações no cenário educacional.

Este Cartum de forma humorística retrata essa realidade, que as máquinas já estão controlando quase todo sistema de um país, deixando assim, o homem pronto para produzir, criar mais. Então todos nós vamos aderir ou estaremos excluídos. Aderir consciente que uma técnica se faz necessária num determinado momento, mas, assim como o pensamento, ele cria novas necessidades, e aparecem novas ferramentas para atender essa demanda. Novas técnicas substituem outras e consequentemente o comportamento do homem tem que mudar.

Quem de nós, antes de surgir o computador, que lia o conto da Branca de Neve, que não desejou ter um espelho mágico para localizar alguém? O espelho era uma grande invenção no país do faz de conta. Hoje no mundo real, podemos localizar alguém ou algo com facilidade e rapidez. E até mesmo o país das fadas se modernizou quem não prefere os contos de fadas digitais? É muito mais interessante e animador. Será que a bruxa hoje perderia tempo com uma maçã? Ou simplesmente mandaria um vírus para detonar legal? Isso fica por conta de sua imaginação. Era uma vez o giz, era uma vez a máquina datilográfica, era uma vez o telex, e era uma vez o faz de conta que sabia lidar com o computador, agora a nova história é abrir um site e viajar no mundo virtual, porém real.

quinta-feira, 12 de junho de 2008















O controle do conhecimento e de tecnologia tem sido historicamente um trampolim para o exercício do poder, vinculado a conflitos e discursos contraditórios, por ela gerados, frequentemente expressam a tensões criadas pela distribuição desigual do poder, mas remetem igualmente a um jogo de reflexos de amor e ódio entre o bem e o mal, o prazer e a dor que as tecnologias permitem metaforizar.

A tecnofobia é uma visão pessimista, que as tecnologias significa a aniquilação a submissão do homem, que, parece brincar de Deus e é vítima de sua própria teia.

Vivemos hoje num mundo em que as pessoas usam a tecnologia rotineiramente para trabalhar, para comunicar-se, fazer compras para aceder a informação,se divertir e até mesmo para manter relacionamento afetivos.

Como ainda não existe uma educação voltada para cultura digital, muitos jovens, utilizam a internet inadequadamente .

Se por um lado, o uso da internet lhes confere, uma elaboração cognitiva muito rápida, por outro, acaba deixando-os na superficialidade, pois não dá tempo de se aprofundar nos assuntos, isto leva alguns jovens a compulsão e vícios a internet.

Na letra desta música de Gabriel Pensador,”Offline” ele faz uma crítica ao excesso de interação entre os elementos do mundo virtual, onde o sujeito pode ser levado a esquecer do mundo real, e da necessidade de interação com os seres de carne e osso. E ao sentir-se parte de um universo virtual intergaláctico, a pessoa sinta-se solitária e desprotegida interiormente, neutralizando-se e se auto-excluindo cada vez mais. Analisa também que o excesso de informação em circulação no mundo e da incapacidade de uma pessoa selecionar e discriminar aquilo que é relevante para sua vida.

No universo da mídia (impresso imagético, radiofônico, virtual), existem fontes confiáveis e fontes ”malucas”, existem mensagens relevantes e mensagens mentirosas. A educação dos leitores para a vida contemporânea precisa levar em conta esses fenômenos e essas diferenças no sentido de constituir um quadro de competências críticas ou, se quiser uma nova sabedoria a ser promovida por meios de currículos escolares. Para isto a escola precisa se reinventar, o professor deixar esse comportamento tecnófobos, e deixar de ver a tecnologia como inimiga, e sim como aliada. E preparar os indivíduos para viver esta nova “ordem Mundial”, que chamamos de “cibercultura”. Esta é a nova postura que devo adotar.

domingo, 1 de junho de 2008

Análise de uma imagem



Essa imagem de Agner, retirada da revista Pedagógica Pátio, mesmo de forma cômica, faz uma análise sobre a sociedade virtual e educação.

Estamos na era das transformações e vivemos em mundo em constantes mudanças, na qual a revolução tecnológica está determinando uma nova ordem sócio-econômica, nos mais variados campos da ação humana, essencialmente na educação.

A cada dia surgem novos modelos de ensino-aprendizagem. Por isso é necessário ficar atento as mudanças e as novas práticas pedagógicas. E não é de hoje que livro, caderno e giz, deixaram de ser as últimas novidades tecnológicas na sala de aula. Computador, internet, e uma enorme variedade de recursos digitais não são mais ficção científica e impuseram presença na escola; Porém, muitos professores resistem aderir. Um dos pontos é que a preparação para desempenhar novas funções é outros grande desafio na educação. As tecnologias digitais já estão estão chegando a escola na forma de computadores. Em algumas escolas esses computadores já estão ligados a internet. O problema é que essas tecnologias e os professores não se integram, e por conseguinte vivem e atuam em mundo diferentes, em grande parte essas tecnologia não estão incorporados as práticas pedagógicas das diferentes disciplina do currículos, ainda acontecendo com apêndice do que é feito em sala de aula.

A chamada sociedade do conhecimento, dispõem que vão muito além do giz, e do livro didático. E, o professor que não domina esse recurso é ultrapassado pelos próprios alunos: que já entra em sala sabendo menos que eles.

Segundo Andrea Ramal e Paula Buffara, é preciso que o professor esteja “antenado”, e levar para sala de aula os recursos que os alunos já conhecem, próprio da cibercultura, que se bem utilizados, podem prestar bons serviços a educação.


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www.mundojovem.pucrs.br