quinta-feira, 12 de junho de 2008















O controle do conhecimento e de tecnologia tem sido historicamente um trampolim para o exercício do poder, vinculado a conflitos e discursos contraditórios, por ela gerados, frequentemente expressam a tensões criadas pela distribuição desigual do poder, mas remetem igualmente a um jogo de reflexos de amor e ódio entre o bem e o mal, o prazer e a dor que as tecnologias permitem metaforizar.

A tecnofobia é uma visão pessimista, que as tecnologias significa a aniquilação a submissão do homem, que, parece brincar de Deus e é vítima de sua própria teia.

Vivemos hoje num mundo em que as pessoas usam a tecnologia rotineiramente para trabalhar, para comunicar-se, fazer compras para aceder a informação,se divertir e até mesmo para manter relacionamento afetivos.

Como ainda não existe uma educação voltada para cultura digital, muitos jovens, utilizam a internet inadequadamente .

Se por um lado, o uso da internet lhes confere, uma elaboração cognitiva muito rápida, por outro, acaba deixando-os na superficialidade, pois não dá tempo de se aprofundar nos assuntos, isto leva alguns jovens a compulsão e vícios a internet.

Na letra desta música de Gabriel Pensador,”Offline” ele faz uma crítica ao excesso de interação entre os elementos do mundo virtual, onde o sujeito pode ser levado a esquecer do mundo real, e da necessidade de interação com os seres de carne e osso. E ao sentir-se parte de um universo virtual intergaláctico, a pessoa sinta-se solitária e desprotegida interiormente, neutralizando-se e se auto-excluindo cada vez mais. Analisa também que o excesso de informação em circulação no mundo e da incapacidade de uma pessoa selecionar e discriminar aquilo que é relevante para sua vida.

No universo da mídia (impresso imagético, radiofônico, virtual), existem fontes confiáveis e fontes ”malucas”, existem mensagens relevantes e mensagens mentirosas. A educação dos leitores para a vida contemporânea precisa levar em conta esses fenômenos e essas diferenças no sentido de constituir um quadro de competências críticas ou, se quiser uma nova sabedoria a ser promovida por meios de currículos escolares. Para isto a escola precisa se reinventar, o professor deixar esse comportamento tecnófobos, e deixar de ver a tecnologia como inimiga, e sim como aliada. E preparar os indivíduos para viver esta nova “ordem Mundial”, que chamamos de “cibercultura”. Esta é a nova postura que devo adotar.

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