
Essa imagem de Agner, retirada da revista Pedagógica Pátio, mesmo de forma cômica, faz uma análise sobre a sociedade virtual e educação.
Estamos na era das transformações e vivemos em mundo em constantes mudanças, na qual a revolução tecnológica está determinando uma nova ordem sócio-econômica, nos mais variados campos da ação humana, essencialmente na educação.
A cada dia surgem novos modelos de ensino-aprendizagem. Por isso é necessário ficar atento as mudanças e as novas práticas pedagógicas. E não é de hoje que livro, caderno e giz, deixaram de ser as últimas novidades tecnológicas na sala de aula. Computador, internet, e uma enorme variedade de recursos digitais não são mais ficção científica e impuseram presença na escola; Porém, muitos professores resistem aderir. Um dos pontos é que a preparação para desempenhar novas funções é outros grande desafio na educação. As tecnologias digitais já estão estão chegando a escola na forma de computadores. Em algumas escolas esses computadores já estão ligados a internet. O problema é que essas tecnologias e os professores não se integram, e por conseguinte vivem e atuam em mundo diferentes, em grande parte essas tecnologia não estão incorporados as práticas pedagógicas das diferentes disciplina do currículos, ainda acontecendo com apêndice do que é feito em sala de aula.
A chamada sociedade do conhecimento, dispõem que vão muito além do giz, e do livro didático. E, o professor que não domina esse recurso é ultrapassado pelos próprios alunos: que já entra em sala sabendo menos que eles.
Segundo Andrea Ramal e Paula Buffara, é preciso que o professor esteja “antenado”, e levar para sala de aula os recursos que os alunos já conhecem, próprio da cibercultura, que se bem utilizados, podem prestar bons serviços a educação.
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